Dos Mistérios
Afetado o alfinete
Paira absoluto
Refletindo o que
Parece ser através
Do reflexo da redoma
Na sua propriedade
De estagnar o signo
Atravessando o plexo
Do aracnídeo morto
Parece reter o imprevisível
Que se revela sideral
Mas como Antífon
Que escreveu sobre a verdade
Desconhece a própria
Natureza que defende:
As águas não se repetem
AQUI VOCÊ ENCONTRA ARTES, DERIVAÇÕES E ALOPRAÇÕES
Quem sou eu

- Marcos Vinícius Leonel
- Crato, Ceará, Brazil
- Um buscador, nem sempre perdendo, nem sempre ganhando, mas aprendendo sempre
sábado, 22 de novembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
3 comentários:
Meu camarada, que insinuante é a poesia, hein?
Todos os sentidos tentando eternizar o que se pulveriza e já as névoas metamorfoseando-se...
Abraços, abraços.
Beleza, poeta, que prazer ter você por essas paragens, por esse vale cheio de mistérios. Senta aí, puxa a cadeira e vamos bebericar um vinho de bodega, vamos observar a juventude se lombrar e depois retroceder, para depois avançar ainda mais.
abraços, irmão
Postar um comentário