Dos objetos
E logo cedo
Foram distribuídas as senhas
As montanhas permaneceram ao longe
E a distância conservou-se cavalgando
No ar o cheiro de carne enlatada
Revelava os dias em campana
A inteligência prática das
Máquinas de refrigerantes e a necessidade
De transformar das esferográficas
Ufanaram afagos agoniados
Em todos os objetos sensibilizados
Pelos estranhos desejos
As carpas decoravam
Os aviões suspendiam
Os caixas condecoravam as dores
Os terminais anoiteciam o amanhã
E aquelas três crianças superavam
Povoavam o vácuo com vestígios nus
AQUI VOCÊ ENCONTRA ARTES, DERIVAÇÕES E ALOPRAÇÕES
Quem sou eu

- Marcos Vinícius Leonel
- Crato, Ceará, Brazil
- Um buscador, nem sempre perdendo, nem sempre ganhando, mas aprendendo sempre
terça-feira, 9 de setembro de 2008
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